Smartphone: a primeira tela da educação

A aplicação das Tecnologias da Informação e Comunicação à educação, impulsionadas pela comunicação móvel – especialmente pelos smartphones e pelo streaming de conteúdo – vêm transformando a forma de se qualificar para o mercado de trabalho. Em uma economia que depende cada vez mais do capital intangível, da capacidade criativa e do conhecimento para driblar seus momentos de crise, buscar estas novas formas de aprendizado nunca foi tão essencial.

No início dos anos 2000 começamos a acompanhar os primeiros passos da era do conhecimento, do aprendizado móvel, do marketing de relacionamento, da volatilidade de informações e da segmentação do público. No mesmo período, quando os smartphones ainda eram considerados artigos de luxo para grande parte da população e o Iphone ainda nem havia sido lançado (o que só ocorreu em 29 de junho de 2007), a demanda do mercado de streaming no Brasil era basicamente a transmissão de palestras e cursos para o segmento corporativo.

Naquela época, grandes empresas já apostavam na transmissão multimídia (streaming) para a formação continuada de seus colaboradores. Um dos principais motivos desta procura era a redução dos custos logísticos, pois com a transmissão (ao vivo ou gravada), reduziam-se os gastos com passagens aéreas e hospedagem, por exemplo. Sem falar da oportunidade de nivelar o conhecimento de funcionários de diversas regiões do país por meio de uma qualificação que antes só estaria disponível em grandes centros urbanos.

Em menos de 15 anos, este cenário se transformou. Para dar uma dimensão do tamanho dessa mudança, desde 2014, segundo dados da Millward Brown, empresa especialista em pesquisa de mercado, os smartphones assumiram o posto de primeira tela na vida das pessoas. Além disso, também desbancaram os computadores, sendo atualmente a principal forma de acesso à internet.

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Fonte: Alek Maracajá | Portal dos Administradores

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