Higiene e Segurança Alimentar para Manipuladores de Carnes

CCIPD – Câmara do Comercio e Industria de Ponta Delgada

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Descrição


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Situação:
Habilitações Mínimas:
Habilitações Específicas:



Higiene das carnes.
Aquisição de conhecimentos sobre os perigos e medidas preventivas para o seu controlo.
Microbiologia da higiene alimentar.
Conhecer as principais doenças de origem alimentar e a responsabilidade dos manipuladores na sua prevenção. Conhecimento dos microrganismos que possam provocar alterações da carne e seus produtos e o seu controlo.
Higiene dos manipuladores.
Conhecimentos de higiene pessoal e sua importância na manipulação das carnes e do estado de saúde, como seja sintomas lesões ou doenças que possam ter repercussão na segurança alimentar.
Higiene das instalações, equipamentos e utensílios.
Noções de higiene, limpeza e desinfeção dos locais, equipamentos, expositores, etc.
Acondicionamento/embalagem de carnes e seus produtos.
Condições higiénicas a observar na venda e distribuição de carnes e seus produtos.
Conhecer práticas corretas de higiene durante a receção, armazenamento, preparação, transformação, exposição e transporte de carnes e seus produtos. Marcas de identificação e de salubridade. Exigências de temperaturas de carnes refrigeradas, congeladas e ultracongeladas. Encaminhamento e eliminação de subprodutos de origem animal e resíduos.
Segurança alimentar/HACCP no setor das carnes e seus produtos.
HACCP, Guia de Boas Práticas de Higiene e plano de pré-requisitos. Controlo de pragas. Rastreabilidade. Registo de temperaturas. Fichas de controlo.
Higiene e Segurança no Trabalho Legislação.
Licenciamento dos estabelecimentos retalhistas. Decreto-Lei nº 259/2007; Decreto-Lei nº 370/1999; Decreto-Lei nº 147/2006 alterado e republicado; Decreto-Lei nº 207/2008; Decreto-Lei nº 323-F/2000. Regulamentos (CE) nº 852/2004; 853/2004; 2073/2005; 1069/2009, entre outros.



1 – Formação presencial/em sala (turma)


A avaliação da ação contempla:
Avaliação formativa, contínua (que assenta na observação de comportamentos e na aquisição conhecimentos.
Avaliação de reação/qualidade da formação:
– avaliação da ação pelos formandos;
– avaliação da ação pelo formador;
Avaliação de impacto na empresa (inquérito enviado posteriormente, 3 a 4 meses após o términus da formação e direcionado à chefia direta do formando).


Para efeitos de certificação, são considerados com aproveitamento os formandos que cumpram cumulativamente, 90% de assiduidade da formação e o critério da Avaliação da Ação.


 

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