UFCD 7590 – Espécies de interesse pecuário – caraterísticas, exploração e proteção animal

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Descrição

O setor agropecuário, pela sua dimensão económica, social e ambiental, detém um papel determinante para o desenvolvimento sustentado da Região Autónoma dos Açores. A economia do arquipélago dos Açores representa 2.1 % da economia portuguesa sendo a sua contribuição substancialmente mais importante no setor primário – agricultura, silvicultura e pescas.
Nos últimos anos registou-se um investimento na melhoria e modernização de infraestruturas do setor agropecuário devido a diversos fatores que impulsionaram a necessidade de reforçar o investimento na área da Agricultura. Um dos fatores prende-se com as alterações climáticas da atualidade que são uma preocupação para a sustentabilidade do setor agrícola. As constantes irregularidades e alterações do clima têm-se demonstrado um desafio aos profissionais que trabalham na área do setor agropecuário forçando o desenvolvimento de novas estratégias que façam frente a estas alterações. Por sua vez, o modelo capitalista do mercado tem-se refletido na agricultura, como noutras áreas, alterando as suas caraterísticas e necessidades. Um dos reflexos deste fenómeno foi o aumento do volume de exportações que revelou algumas fragilidades para fazer face ao solicitado.
Dada a importância do setor agropecuário na população do arquipélago dos Açores o desenvolvimento deste setor é crucial para um crescimento económico, de emprego, inclusão social e sustentabilidade ambiental.
Neste sentido a qualificação da população no que se refere ao setor agropecuário potencia a promoção da empregabilidade equilibrando as necessidades do mercado com os interesses e aptidões da população que, em parte, trabalha neste setor em crescimento.


Idade Mínima: 0
Idade Máxima: 0
Situação:
Habilitações Mínimas:
Habilitações Específicas:


– Identificar e caraterizar as principais espécies e raças de interesse pecuário e os sistemas de exploração.
– Identificar os fatores de stress que afetam o bem-estar animal nos locais de criação, em diferentes sistemas de exploração, bem como as alterações comportamentais associadas às espécies.
– Relacionar as caraterísticas estruturais e técnicas dos sistemas de exploração com as principais necessidades fisiológicas das diferentes espécies.
– Caraterizar a norma de conduta de um tratador para assegurar o bem-estar animal.
– Organizar e orientar os procedimentos de proteção e bem-estar animal nos locais de criação.


• Espécies de interesse pecuário
Importância económica
Raças autóctones e exóticas
Exterior dos animais
Apreciação zootécnica do indivíduo
Sistemas de identificação e registo animal
• Sistemas de exploração pecuária de acordo com a espécie – tipos, caraterísticas e legislação aplicável
Extensivo
Semi-intensivo
Intensivo
Produção integrada
Produção biológica
• Bem-estar animal e stress nas espécies de interesse pecuário
Conceito de bem-estar animal
Sinais de bem-estar animal e avaliação do bem-estar animal
Conceito das cinco liberdades
Resposta ao stress
Papel do criador e do tratador no bem-estar animal
• Fisiologia animal nas espécies de interesse pecuário
Necessidades fisiológicas e bem-estar
Stress e resposta ao stress – base fisiológica
Necessidades e particularidades das espécies raças indivíduos em diferentes fases de produção
Bem-estar animal nos locais de criação – sistemas de exploração
• Comportamento animal nas espécies de interesse pecuário
Animal, meio e ambiente
Composição e estrutura do grupo social
Ocupação e importância do espaço
Comunicação, coesão e dispersão
Visão, olfato, audição e interação homem – animal
Comportamento animal, fase de produção e sistema de exploração
Comportamentos anormais
• Comportamento do tratador de animais face às espécies de interesse pecuário
Comportamento humano face ao animal
Fatores críticos na relação tratador e animal
Estímulos animais, críticos para o tratador
Boas práticas de comportamento do tratador e o bem-estar animal
Más práticas de comportamento do tratador e o bem-estar animal
Qualificação dos tratadores e o seu impacto nas práticas de maneio no bem-estar animal e na exploração
Principais riscos para os trabalhadores no manuseamento de animais – normas técnicas de segurança e equipamentos de protecção colectiva e individual
• Legislação e normas aplicar nos locais de criação
• Programação, organização e orientação das práticas de protecção animal nos locais de criação
• Registos e consulta de informação
• Boas práticas de segurança e saúde no trabalho



1 – Formação presencial/em sala (turma)


AVALIAÇÃO FORMATIVA OU CONTÍNUA
A avaliação formativa ou contínua permite obter informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens, com vista à definição e ao ajustamento de processos e estratégias pedagógicas.
Critérios de avaliação formativa:
– a participação e motivação;
– a aquisição e a aplicação de conhecimentos;
– a mobilização de competências em novos contextos;
– o trabalho em equipa/grupo;
– a adaptação a uma nova tarefa;
– a pontualidade e assiduidade.
AVALIAÇÃO SUMATIVA OU FINAL
A avaliação de conhecimentos é composta por uma ou mais provas teóricas e/ou práticas de natureza formativa e sumativa. As provas de avaliação sumativa são de caráter individual, realizadas no final da ação de formação, com incidência nas temáticas abordadas no decorrer do curso.
As provas de avaliação de conhecimentos, corrigendas e pautas de avaliação, são concebidas e da responsabilidade do(s) formador(es).
A avaliação sumativa é expressa nos resultados de “Com Aproveitamento” ou “Sem Aproveitamento”, em função do formando ter ou não atingido os objetivos da formação. Considera-se “com aproveitamento” as pontuações iguais ou superiores a 10 valores e “sem aproveitamento” as pontuações inferiores a 10 valores, informação que constará na pauta de avaliação.

ESCALA DE AVALIAÇÃO: Na pauta de classificação final dos formandos e no certificado deve constar a menção qualitativa «com aproveitamento» ou «sem aproveitamento», considerando -se «com aproveitamento» as pontuações iguais ou superiores a 10 valores e «sem aproveitamento» as pontuações menores que 10 valores. As avaliações parciais e finais são pontuadas com base numa escala de 0 a 20 valores.

SERÁ CONSIDERADA FREQUÊNCIA COM APROVEITAMENTO SEMPRE QUE:
• A classificação final seja “Com Aproveitamento”;
• A assiduidade seja igual ou superior a 90% da carga horária total da formação;
• O comportamento seja adequado e ajustado ao local da formação.
Quando a ausência de um formando seja superior a 10% da carga horária total do curso e inferior a 3 sessões de formação, deverá a coordenação verificar os motivos pelos quais o formando faltou e se a avaliação sumativa valida o aproveitamento do formando. Em caso afirmativo, permitirá a certificação do formando, pois estão reunidas todas as condições para a sua aprovação e posterior certificação. Ainda assim, os formandos que tenham aproveitamento na avaliação sumativa, terão também que realizar um trabalho/teste de avaliação extra (escrito, prático ou oral), por forma a recuperar o número de horas que esteve ausente. Estas provas são da responsabilidade do(a) formador(a) e registadas em grelha própria cedida pela entidade formadora.


A frequência com aproveitamento confere ao formando o direito a receber um Certificado de Qualificações que descrimina a(s) unidade(s) de formação de curta duração concluída(s) com aproveitamento, para além do registo das mesmas na Caderneta Individual de Competências, nos termos da legislação aplicável.
O Certificado será imitido de acordo com a Portaria nº 474/2010 de 8 de julho, a qual estabelece o modelo de certificado de formação profissional que, no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações, aprovado pelo Decreto-Lei nº 396/2007, de 31 de dezembro, se destina a certificar a conclusão com aproveitamento de uma ação de formação certificada inserida no Catálogo Nacional de Qualificações.


 

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