UFCD 6576 – Cuidados na saúde do idoso

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Descrição

Apesar dos progressos alcançados nas últimas décadas, no que respeita à qualificação dos portugueses, persiste ainda uma grande carência ao nível da educação, formação e qualificação da população ativa em geral, fenómeno que limita o potencial de inovação e competitividade da economia em Portugal.
Pretendemos, portanto, através da presente formação aumentar a base formativa qualificante dos formandos, nomeadamente, ativos empregados e desempregados, promovendo o seu (re)ingresso no mercado de trabalho.
Note-se também que, um dos pilares do Programa XXI Governo Constitucional e do Programa Nacional de Reformas diz respeito ao alargamento da Qualificação dos Portugueses.
Todos(as) os(as) profissionais que, no exercício das funções que exercem ou que venham a exercer pretendam aumentar os seus conhecimentos e competências ou que tenham interesse nesta área de formação.
– Idade: igual ou superior a 18 anos;
– Habilitações Académicas:
– Igual ou superior ao 9º ano (3º ciclo do ensino básico)
CONDIÇÕES DE ACESSO A FORMAÇÕES MODULARES FINANCIADAS
A) Tipologia da Operação: 1.08 Formação modular para empregados e desempregados
EMPREGADOS:
a) Habilitações Académicas
– Sem restrições (Saber ler, escrever e interpretar um texto)
b) Situação face ao emprego: Trabalhar por conta de outrem ou por conta própria
DESEMPREGADOS:
a) Habilitações Académicas
– Habilitações iguais ou superiores ao 12º ano
b) Situação face ao emprego: Desempregados não DLD (Desempregados de Longa
Duração)
B) Tipologia da Operação: 3.03 Formação modular para DLD
DLD – Desempregados de Longa Duração
a) Habilitações Académicas
– Sem restrições (Saber ler, escrever e interpretar um texto)
b) Estar inscrito(a) no IEFP num período igual ou superior a 12 meses
NDLD – Não Desempregados de Longa Duração
a) Habilitações Académicas
– Habilitações inferiores ao ensino secundário
b) Estar inscrito(a) no IEFP num período inferior a 12 meses


Idade Mínima: 0
Idade Máxima: 0
Situação:
Habilitações Mínimas:
Habilitações Específicas:


– Identificar noções básicas associadas ao envelhecimento demográfico e ao processo de envelhecimento.
– Caracterizar as novas estruturas de apoio à saúde do idoso emergente no mercado e respetiva oferta de serviços.
– Caracterizar os princípios fundamentais do processo de envelhecimento tendo em conta as dimensões biofisiológicas, psicológicas e sociais.
– Identificar as principais características das situações de doença mais frequentes na pessoa idosa.
– Identificar as especificidades a ter em conta nas atividades diárias do idoso.
– Reconhecer os fatores que contribuem para a promoção da saúde na pessoa idosa.
– Explicar que as tarefas que se integram no âmbito de intervenção do/a Técnico/a Auxiliar de Saúde terão de ser sempre executadas com orientação e supervisão de um profissional de saúde.
– Identificar as tarefas que têm de ser executadas sob supervisão direta do profissional de saúde e aquelas que podem ser executadas sozinho.
– Explicar a importância de demonstrar interesse e disponibilidade na interação com utentes.
– Explicar a importância de manter autocontrolo em situações críticas e de limite.
– Explicar o dever de agir em função das orientações do profissional de saúde.
– Explicar o impacte das suas ações na interação e bem-estar emocional de terceiros.
– Explicar a importância da sua atividade para o trabalho de equipa multidisciplinar.
– Explicar a importância de assumir uma atitude pró-ativa na melhoria contínua da
qualidade, no âmbito da sua ação profissional.
– Explicar a importância de cumprir as normas de segurança, higiene e saúde no
trabalho assim como preservar a sua apresentação pessoal.
– Explicar a importância de agir de acordo com normas e/ou procedimentos definidos
no âmbito das suas atividades.
– Explicar a importância de adequar a sua ação profissional a diferentes públicos e
culturas.
– Explicar a importância de prever e antecipar riscos.
– Explicar a importância de demonstrar segurança durante a execução das suas
tarefas.
– Explicar a importância da concentração na execução das suas tarefas.
– Explicar a importância de desenvolver as suas atividades promovendo a
humanização do serviço.


– Análise demográfica
o Conceito e características
o Envelhecimento demográfico
– A problemática da prestação de cuidados ao idoso
o A família como cuidadora informal
o O isolamento
– Serviços de apoio à saúde do idoso emergente no mercado
o Tipologia de serviços
o Redes de suporte e recursos da comunidade (cuidados domiciliários)
o O voluntariado e as redes informais de apoio
– O processo do envelhecimento
o Teorias do envelhecimento
o Dimensões biofisiológicas do envelhecimento humano
o Dimensões psicológicas do envelhecimento
o Contexto social do envelhecimento
o Preconceitos, mitos e estereótipos associados ao processo de envelhecimento
? Comportamentos e atitudes
? Estereótipos
– Alterações na saúde do idoso
o Alterações fisiológicas
o Alterações psicossociais
o Alterações nos hábitos de higiene
o Alterações nos cuidados de alimentação
o Alterações na mobilidade
– Características das situações de doença mais frequentes na pessoa idosa
o Doenças físicas
o Alterações de Comportamento
o Doenças degenerativas (demências)
– Acompanhamento do idoso nas atividades diárias, promovendo a autonomia / independência da pessoa idosa
o Alimentação
o Eliminação
o Higiene e hidratação
o Sono e repouso
o Controlo da dor e outros sintomas
o A relação com o idoso (estratégias de comunicação)
o A promoção da autonomia e independência
o A prevenção de acidentes: quarto, cozinha, casa de banho, escadas
o A importância da ocupação dos tempos livres e de ócio
o A Higienização em casa
– Tarefas que em relação a esta temática se encontram no âmbito de intervenção do/a Técnico/a Auxiliar de Saúde
o Tarefas que, sob orientação de um Enfermeiro, tem de executar sob sua supervisão directa
o Tarefas que, sob orientação e supervisão de um Enfermeiro, pode executar sozinho/a



3 – Formação a distância – E-learning (turma)


AVALIAÇÃO FORMATIVA OU CONTÍNUA
A avaliação formativa ou contínua permite obter informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens, com vista à definição e ao ajustamento de processos e estratégias pedagógicas.
Critérios de avaliação formativa:
– a participação e motivação;
– a aquisição e a aplicação de conhecimentos;
– a mobilização de competências em novos contextos;
– o trabalho em equipa/grupo;
– a adaptação a uma nova tarefa;
– a pontualidade e assiduidade.
AVALIAÇÃO SUMATIVA OU FINAL
A avaliação de conhecimentos é composta por uma ou mais provas teóricas e/ou práticas de natureza formativa e sumativa. As provas de avaliação sumativa são de caráter individual, realizadas no final da ação de formação, com incidência nas temáticas abordadas no decorrer do curso.
As provas de avaliação de conhecimentos, corrigendas e pautas de avaliação, são concebidas e da responsabilidade do(s) formador(es).
A avaliação sumativa é expressa nos resultados de “Com Aproveitamento” ou “Sem Aproveitamento”, em função do formando ter ou não atingido os objetivos da formação. Considera-se “com aproveitamento” as pontuações iguais ou superiores a 10 valores e “sem aproveitamento” as pontuações inferiores a 10 valores, informação que constará na pauta de avaliação.
ESCALA DE AVALIAÇÃO: Na pauta de classificação final dos formandos e no certificado deve constar a menção qualitativa «com aproveitamento» ou «sem aproveitamento», considerando -se «com aproveitamento» as pontuações iguais ou superiores a 10 valores e «sem aproveitamento» as pontuações menores que 10 valores. As avaliações parciais e finais são pontuadas com base numa escala de 0 a 20 valores.
SERÁ CONSIDERADA FREQUÊNCIA COM APROVEITAMENTO SEMPRE QUE:
– A classificação final seja “Com Aproveitamento”;
– A assiduidade seja igual ou superior a 90% da carga horária total da formação;
– O comportamento seja adequado e ajustado ao local da formação.
Quando a ausência de um formando seja superior a 10% da carga horária total do curso e inferior a 3 sessões de formação, deverá a coordenação verificar os motivos pelos quais o formando faltou e se a avaliação sumativa valida o aproveitamento do formando. Em caso afirmativo, permitirá a certificação do formando, pois estão reunidas todas as condições para a sua aprovação e posterior certificação. Ainda assim, os formandos que tenham aproveitamento na avaliação sumativa, terão também que realizar um trabalho/teste de avaliação extra (escrito, prático ou oral), por forma a recuperar o número de horas que esteve ausente. Estas provas são da responsabilidade do(a) formador(a) e registadas em grelha própria cedida pela entidade formadora.
ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO – REAÇÃO
O acompanhamento dos formandos no decorrer da ação de formação é conseguido através do formador e do coordenador pedagógico. Este último é responsável pelo acompanhamento pedagógico tanto dos formandos como da equipa de formadores, garantindo o cumprimento dos objetivos da formação, através de sessões síncronas (videoconferência), através do contacto telefónico e contacto de email. Este acompanhamento é registado em formulário próprio.
No que respeita à avaliação da formação, esta é garantida através da aplicação de inquéritos de avaliação do processo formativo e do desempenho do(s) formador(es) dirigidos aos formandos e também da aplicação de um inquérito de avaliação do processo formativo dirigido aos formadores.


CERTIFICAÇÃO:
A frequência com aproveitamento confere ao formando o direito a receber um Certificado de Qualificações que descrimina a(s) unidade(s) de formação de curta duração concluída(s) com aproveitamento, para além do registo das mesmas na Caderneta Individual de Competências, nos termos da legislação aplicável.
O Certificado será imitido de acordo com a Portaria nº 474/2010 de 8 de julho, a qual estabelece o modelo de certificado de formação profissional que, no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações, aprovado pelo Decreto-Lei nº 396/2007, de 31 de dezembro, se destina a certificar a conclusão com aproveitamento de uma ação de formação certificada inserida no Catálogo Nacional de Qualificações.


 

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