UFCD 6570 – Abordagem geral de noções básicas de primeiros socorros

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Descrição

Apesar dos progressos alcançados nas últimas décadas, no que respeita à qualificação dos portugueses, persiste ainda uma grande carência ao nível da educação, formação e qualificação da população ativa em geral, fenómeno que limita o potencial de inovação e competitividade da economia em Portugal.
Pretendemos, portanto, através da presente formação aumentar a base formativa qualificante dos formandos, nomeadamente, ativos empregados e desempregados, promovendo o seu (re)ingresso no mercado de trabalho.
Note-se também que, um dos pilares do Programa XXI Governo Constitucional e do Programa Nacional de Reformas diz respeito ao alargamento da Qualificação dos Portugueses.


Idade Mínima: 0
Idade Máxima: 0
Situação:
Habilitações Mínimas:
Habilitações Específicas:


– Descrever o que é o Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM) e quais os seus intervenientes.
– Descrever como ativar o sistema de emergência médica utilizando o número europeu de socorro “112”.
– Identificar o conceito de cadeia de sobrevivência e identificar os seus elos.
– Explicar a importância da cadeia de sobrevivência e qual o princípio subjacente a cada elo.
– Reconhecer os riscos potenciais para o reanimador.
– Identificar as medidas a adotar para garantir a segurança do reanimador e da vítima.
– Identificar as medidas universais de proteção e reconhecer a sua importância.
– Explicar o conceito de Suporte Básico de Vida (SBV) de acordo com o algoritmo vigente.
– Explicar o conceito de avaliação inicial, via aérea, respiração e circulação.
– Aplicar a sequência de procedimentos que permitam executar o SBV de acordo com o algoritmo vigente.
– Identificar os problemas associados à execução de manobras de SBV.
– Identificar quando e como colocar uma vítima em posição lateral de segurança.
– Identificar as contra-indicações para a posição lateral de segurança.
– Identificar as situações de obstrução parcial e total da via aérea.
– Identificar as causas e os tipos de obstrução da via aérea.
– Aplicar a sequência de atuação perante uma vítima com obstrução da via aérea.
– Identificar situações de perigo através da execução do exame à vítima.
– Identificar as emergências médicas mais frequentes.
– Identificar os principais sinais e sintomas característicos das emergências médicas.
– Aplicar os primeiros socorros adequados a cada emergência médica.
– Identificar os vários tipos de hemorragias.
– Identificar os sinais e sintomas mais comuns das hemorragias.
– Listar e descrever os vários métodos de controlo de hemorragias.
– Controlar uma hemorragia através dos métodos de controlo.
– Identificar os tipos de feridas mais comuns.
– Tratar uma ferida utilizando pensos e ligaduras.
– Identificar os tipos de queimaduras mais comuns.
– Tratar provisoriamente uma queimadura.
– Identificar os traumatismos mais comuns dos membros.
– Reconhecer o que fazer e/ou não fazer nestes casos.
– Identificar as situações específicas que requerem a intervenção do profissional de Saúde.
– Explicar que as tarefas que se integram no âmbito da sua intervenção terão de ser sempre executadas com orientação e supervisão de um profissional de saúde.
– Identificar as tarefas que têm de ser executadas sob supervisão direta do profissional de saúde e aquelas que podem ser executadas sozinho.


– O Sistema Integrado de Emergência Médica – SIEM
Componentes, intervenientes e forma de funcionamento
Número europeu de socorro 112
– Cadeia de Sobrevivência
Conceito e importância
Elos e princípios subjacentes
– Riscos para o Reanimador
Riscos para o reanimador e para a vítima
Condições de segurança e medidas de proteção universais
– Manobras de Suporte Básico de Vida
Conceito de acordo com o algoritmo vigente
Procedimentos e sequência
Insuflações e compressões torácicas
Problemas associados
– Posição Lateral de Segurança
Como e quando a sua utilização
– Obstrução da via aérea
Situações de obstrução parcial e total
Tipos e causas de obstrução
– Exame à vitima
Estado de consciência e permeabilidade da via aérea
Características da respiração, pulso e pele
– As Emergências médicas mais frequentes
Principais sinais e sintomas
Principais cuidados a prestar
– Problemas cardíacos
– Problemas respiratórios
– Acidente vascular cerebral
– Diabetes
– Crises convulsivas
– Situações de intoxicação
Limites de intervenção na perspetiva de cidadão e de profissional de saúde
– Principais tipos de traumatismos
Traumatismos de tecidos moles (feridas e hemorragias)
Queimaduras
Traumatismos dos membros
Limites de intervenção na perspetiva de cidadão e de profissional de saúde
– Tarefas que em relação a esta temática se encontram no âmbito da sua intervenção
Tarefas que, sob orientação de um profissional de saúde, tem de executar sob sua supervisão directa
Tarefas que, sob orientação e supervisão de um profissional de saúde, pode executar sozinho/a



1 – Formação presencial/em sala (turma)


AVALIAÇÃO FORMATIVA OU CONTÍNUA

A avaliação formativa ou contínua permite obter informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens, com vista à definição e ao ajustamento de processos e estratégias pedagógicas.
Critérios de avaliação formativa:
– a participação e motivação;
– a aquisição e a aplicação de conhecimentos;
– a mobilização de competências em novos contextos;
– o trabalho em equipa/grupo;
– a adaptação a uma nova tarefa;
– a pontualidade e assiduidade.

AVALIAÇÃO SUMATIVA OU FINAL

A avaliação de conhecimentos é composta por uma ou mais provas teóricas e/ou práticas de natureza formativa e sumativa. As provas de avaliação sumativa são de caráter individual, realizadas no final da ação de formação, com incidência nas temáticas abordadas no decorrer do curso.
As provas de avaliação de conhecimentos, corrigendas e pautas de avaliação, são concebidas e da responsabilidade do(s) formador(es).
A avaliação sumativa é expressa nos resultados de “Com Aproveitamento” ou “Sem Aproveitamento”, em função do formando ter ou não atingido os objetivos da formação. Considera-se “com aproveitamento” as pontuações iguais ou superiores a 10 valores e “sem aproveitamento” as pontuações inferiores a 10 valores, informação que constará na pauta de avaliação.

ESCALA DE AVALIAÇÃO: Na pauta de classificação final dos formandos e no certificado deve constar a menção qualitativa «com aproveitamento» ou «sem aproveitamento», considerando -se «com aproveitamento» as pontuações iguais ou superiores a 10 valores e «sem aproveitamento» as pontuações menores que 10 valores. As avaliações parciais e finais são pontuadas com base numa escala de 0 a 20 valores.

SERÁ CONSIDERADA FREQUÊNCIA COM APROVEITAMENTO SEMPRE QUE:
• A classificação final seja “Com Aproveitamento”;
• A assiduidade seja igual ou superior a 90% da carga horária total da formação;
• O comportamento seja adequado e ajustado ao local da formação.
Quando a ausência de um formando seja superior a 10% da carga horária total do curso e inferior a 3 sessões de formação, deverá a coordenação verificar os motivos pelos quais o formando faltou e se a avaliação sumativa valida o aproveitamento do formando. Em caso afirmativo, permitirá a certificação do formando, pois estão reunidas todas as condições para a sua aprovação e posterior certificação. Ainda assim, os formandos que tenham aproveitamento na avaliação sumativa, terão também que realizar um trabalho/teste de avaliação extra (escrito, prático ou oral), por forma a recuperar o número de horas que esteve ausente. Estas provas são da responsabilidade do(a) formador(a) e registadas em grelha própria cedida pela entidade formadora.

ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO – REAÇÃO

O acompanhamento dos formandos no decorrer da ação de formação é conseguido através do formador e do coordenador pedagógico. Este último é responsável pelo acompanhamento pedagógico tanto dos formandos como da equipa de formadores, garantindo o cumprimento dos objetivos da formação, através da auscultação direta ou indireta, nomeadamente, através do contacto telefónico e contacto de email. Este acompanhamento é registado em formulário próprio.
No que respeita à avaliação da formação, esta é garantida através da aplicação de inquéritos de avaliação do processo formativo e do desempenho do(s) formador(es) dirigidos aos formandos e também da aplicação de um inquérito de avaliação do processo formativo dirigido aos formadores.


CERTIFICAÇÃO:
A frequência com aproveitamento confere ao formando o direito a receber um Certificado de Qualificações que descrimina a(s) unidade(s) de formação de curta duração concluída(s) com aproveitamento, para além do registo das mesmas na Caderneta Individual de Competências, nos termos da legislação aplicável.
O Certificado será imitido de acordo com a Portaria nº 474/2010 de 8 de julho, a qual estabelece o modelo de certificado de formação profissional que, no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações, aprovado pelo Decreto-Lei nº 396/2007, de 31 de dezembro, se destina a certificar a conclusão com aproveitamento de uma ação de formação certificada inserida no Catálogo Nacional de Qualificações.


 

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