Perturbações Disruptivas do Comportamento

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Descrição

Ser cidadão
Muitas vezes temos ouvido aquando da detenção de um jovem delinquente: “Se este jovem tivesse sido devidamente acompanhado a nível familiar e social, ou se tivesse sido afastado das más companhias, ou se tivesse sido orientado profissionalmente, hoje não estaria naquela situação…”. Sim, enquanto membros da sociedade devíamos ter a obrigação de denunciar este ou aquele caso e não fingir ou alegar desconhecimento. Mas isto são só, e apenas, considerações…
As Perturbações de Oposição (PO) e de Comportamento (PC) atempadamente, detetadas, diagnosticadas e tratadas nas crianças evitariam desfechos trágicos e a entrada no mundo da criminalidade e da toxicodependência.
É, principalmente, na escola que estas perturbações despoletam e fazem tocar os sinais de alarme nos intervenientes do Sistema Educativo. Não são poucos os casos em que professores mais dedicados iniciam uma autêntica peregrinação, efetuando diligências e contactos a todos os níveis – pais, família, diretor, psicóloga escolar, serviços sociais, Proteção de Menores em Risco, etc., porque a sua experiência lhes diz que nunca é cedo demais para tentar reverter o processo de autodestruição de uma criança.
O sucesso desta intervenção, o diagnóstico precoce e a terapia adequada poderão fazer toda a diferença, reabilitando crianças, que, de outro modo, estariam condenadas a tornar-se adultos desajustados socialmente e a enveredar por caminhos à margem da lei.


Idade Mínima: 0
Idade Máxima: 0
Situação:
Habilitações Mínimas:
Habilitações Específicas:


Dotar os formandos de conhecimentos sobre as Perturbações de Oposição (PO) e de Comportamento (PC) nas crianças, facilitando-lhes um diagnóstico precoce e mostrando-lhes várias propostas de indicações e acompanhamentos terapêuticos individuais ou alargados ao seu núcleo familiar.


Módulo I – Enquadramento Teórico das Perturbações de Oposição (PO) e do Comportamento (PC)
Definição
Epidemiologia
Etiologia
Fatores de Risco e de Proteção

Módulo II – Avaliação Diagnóstica da PO e da PC
Critérios para o Diagnóstico
Comorbilidade e Diagnóstico Diferencial

Módulo III – Intervenção Psicológica na PO e na PC

Módulo IV – Casos Práticos



4 – Formação a distância – E-learning (individual)


A avaliação do processo de formação baseia-se em três vertentes: avaliação diagnóstica (aquando do início do curso), avaliação formativa/contínua (durante o curso) e a avaliação sumativa (no final de cada módulo e/ou do curso).

A classificação final no curso resultará da média ponderada, numa escala de 20 pontos ou percentual (0 a 100%), das classificações parcelares tendo em conta os seguintes critérios e ponderações:

TF (Média simples dos testes finais relativos a cada módulo do curso e/ou trabalho final): 80%.
PS (Participação e contribuição individuais nas sessões síncronas e fóruns de discussão): 10%.
AS (Assiduidade nas sessões síncronas): 10%.


Todos os formandos que atingirem os objetivos pedagógicos definidos para o curso que frequentaram, obterão um Certificado de Formação Profissional que será emitido através da Plataforma SIGO (GEPE – Ministério da Educação), tal como previsto na Portaria nº 474/2010, de 8 de Julho. O Certificado será, posteriormente, enviado pelos CTT – Correios de Portugal, num prazo máximo de 30 dias úteis, após lançamento da nota do curso na pauta de avaliação final.


 

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