Especialização Avançada em Educação Especial – Domínio em Intervenção Precoce na Infância

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Descrição

A Especialização Avançada em Educação Especial – Domínio da Intervenção Precoce prepara os formandos para o exercício da intervenção precoce (para a avaliação e intervenção em casos reais) que se dirige a crianças dos 0 aos 6 anos e as respetivas famílias, em acordo com as orientações internacionais e com o Decreto-Lei 281/2009.
Assim, a abordagem deste curso assenta na articulação de conhecimentos teóricos para o domínio científico da Intervenção Precoce na Infância ao mesmo tempo que valoriza a partilha de experiências dos diversos profissionais de todos os serviços/ equipas, das famílias das crianças com Necessidades Educativas Especiais para que a estas crianças seja oferecido um serviço de qualidade.


Idade Mínima: 0
Idade Máxima: 0
Situação:
Habilitações Mínimas:
Habilitações Específicas:


A Especialização Avançada em Educação Especial – Domínio da Intervenção Precoce, visa ministrar um conjunto de conhecimentos teóricos, práticos e pedagógicos para que o docente seja capaz de:
• Analisar criticamente a legislação e literatura científica acerca de Intervenção Precoce na Infância;
• Adquirir competências de observação e de intervenção direta com as famílias de crianças dos 0 aos 6 anos (identificação dos recursos e das necessidades da criança e da família, identificação do plano dos apoios a prestar, estabelecimento do plano individual de apoio à criança e à família;
• Trabalhar em equipa e estabelecimento de parcerias;
• Adquirir competências de investigação e de comunicação de resultados.


Módulo I – Perspetiva Histórica e Evolução do Quadro Normativo da Educação Especial
Refletindo sobre Educação
Conceito de Educação
História da Educação Especial
Normalização e Integração
Decreto-Lei N.º 319/91
Declaração de Salamanca
Inclusão
Decreto-lei N.º 54/2018

Módulo II – História da Intervenção Precoce na Infância em Portugal
Conceito de Intervenção Precoce
Definição e Objetivos da Intervenção Precoce
Intervenção Precoce na Infância – uma Prática Centrada na Família
Intervenção Precoce em Portugal
Princípios Fundamentais da Intervenção Precoce na Infância
Modelos Explicativos do Desenvolvimento e Evolução dos Programas de Intervenção Precoce
Estrutura da Rede de Intervenção Precoce
Supervisão em Intervenção Precoce
A Importância de Intervir Precocemente

Módulo III – Criança em Risco e Perturbações Frequentes

Crianças e Jovens em Risco/Maus Tratos
Conceito de Risco vs. Perigo
Grupos mais Vulneráveis
Riscos Associados aos Maus Tratos das Crianças e Jovens
Fatores que colocam as Crianças e Jovens em Risco
Tipologia das Situações de Perigo
o que são as CPCJ?
Comunicação de Situações de Perigo
Intervenção

Perturbações Frequentes
Problemas de Comunicação
Deficiência Mental
Multideficiência
Deficiência Auditiva
Problemas Motores
Diversos Problemas de Saúde
Deficiência Visual
Perturbações do Espectro do Autismo
Cegos – surdos
Esclerose Tuberosa
DDAH e problemas associados

Módulo IV – Intervenção Precoce na Infância e Sistema Nacional de Intervenção Precoce

Intervenção Precoce
Conceito, Âmbito e Objetivos
Intervir Precocemente
Eficácia da Intervenção Precoce

Sistema Nacional de Intervenção Precoce (SNIPI)
Objetivos do SNIPI
Critérios de Elegibilidade
Constituição do SNIPI
Estrutura do SNIPI
Equipas Locais de Intervenção Precoce (ELI’s)
Principais Funções das ELI’s

Módulo V – Intervenção Precoce na Baixa Visão e Cegueira
Deficiência Visual
Causas da Deficiência Visual
Consequências da Baixa Visão
Patologias Oculares
Características da Criança Deficiente Visual
Intervenção Precoce do bebé/Criança Cega
Outras ações Inclusivas/ Estimulação visual
Ajudar o Aluno com Baixa Visão

Módulo VI – Intervenção Precoce na Deficiência Auditiva e Surdez
Deficiência Auditiva
Anatomia do Sistema Auditivo
Etiologia da Deficiência Auditiva
Graus de Perda Auditiva
Tipos de Deficiência Auditiva
Sinais de Alerta na Deficiência Auditiva
Comunicar com Deficiência Auditiva
Cegos – surdos
Ajudas Técnicas
Intervenção Precoce na Surdez
A Família da Criança com Surdez
Estratégias de estimulação da Família
Desenvolvimento da linguagem e da comunicação na criança Deficiente Auditiva
Métodos utilizados no desenvolvimento da linguagem das crianças com Deficiência Auditiva
Alternativas Educativas aos Métodos Orais

Módulo VII – Intervenção Precoce na Deficiência Físico-Motora
Sinais de Alerta de Deficiência Motora
Causas da Deficiência motora
Tipos de Deficiência Motora
Barreiras
Ações Inclusivas
Materiais Adotados
Exercícios na Deficiência Motora
Classificação da Deficiência Motora: origens encefálica, espinhal e muscular

Módulo VIII – Trabalho de Equipa e Envolvimento Parental
Família
Colaboração entre Família e Escola
Práticas Centradas na Família
Modelos Contemporâneos de Desenvolvimento na Intervenção Centrada na Família
O PIAF/PIIP na Intervenção Precoce na Infância
Práticas Centradas nas Rotinas

Módulo IX – Educação Inclusiva (Decreto-Lei nº54/2018)
Considerações gerais do Decreto-Lei nº 54/2018
. Desenho Universal de Aprendizagem (DUA)
. Abordagem Multinível
Objeto e Âmbito
Definições
Participação dos Pais ou Encarregados de Educação
Medidas de Suporte à Aprendizagem e à Inclusão
. Medidas Universais
. Medidas Seletivas
. Medidas Adicionais
Recursos Específicos
Processo de Identificação da Necessidade de Medidas (artigo 20º)
Relatório Técnico-Pedagógico
Programa Educativo Individual (PEI)
Plano Individual de Transição (PIT)
Progressão
Certificação
Regime de Transição para Alunos com a Extinta Medida Currículo Específico Individual
CIF

Módulo X – Ajudas Técnicas e TIC na Intervenção Precoce
Didática e Tecnologia na Educação Especial
Software Educativo
Recursos Tecnológicos
Sites e serviços como Recurso Pedagógico na Inclusão
Imagens Vetoriais como Recurso Pedagógico
Jogos online como Recursos Pedagógicos
Ajudas Técnicas para a Inclusão

Módulo XI – Métodos e Técnicas de Investigação e Análise em Educação
Conhecimento Científico
Tipos de Metodologias
Processo de Investigação
Instrumentos
A Publicação/Divulgação dos resultados

Módulo XII – Projeto Final de Especialização Avançada



4 – Formação a distância – E-learning (individual)


A avaliação do processo de formação baseia-se em três vertentes: avaliação diagnóstica (aquando do início da especialização), avaliação formativa/contínua (durante a especialização) e a avaliação sumativa (no final de cada módulo e/ou da especialização).
A classificação final na Especialização Avançada resultará da média ponderada, numa escala de 20 pontos ou percentual (0 a 100%), das classificações parcelares tendo em conta os seguintes critérios e ponderações:

AF (Média simples dos testes finais (TF) de cada módulo e do projeto final (PF)]: 80% = 48% (TF)+ 32% (PF)
PS (Participação e contribuição individuais nas sessões síncronas): 10%
AS (Assiduidade nas sessões síncronas): 10%


Todos os formandos que atingirem os objetivos pedagógicos, definidos para a especialização que frequentaram, obterão um Certificado de Formação Profissional Avançada que será emitido através da Plataforma SIGO (GEPE – Ministério da Educação), tal como previsto na Portaria nº 474/2010, de 8 de Julho. O certificado será, posteriormente, enviado pelos CTT – Correios de Portugal, num prazo máximo de 30 dias úteis, após lançamento da nota da especialização na pauta de avaliação final.
Tendo em vista o prosseguimento de estudos para a obtenção de grau académico ou diploma, este certificado é válido para a obtenção de créditos (ECTS) num estabelecimento de ensino superior, nos termos do disposto na alínea f) do nº 1 do artigo 45.º do Decreto-Lei n.º 65/2018, de 16 de agosto. Este certificado pode constituir-se também numa valorização curricular na admissão a concursos de emprego público e privado.


 

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